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Evoluindo e Florescendo

 Você pratica? 


E chegamos ao último post de amor deste mês rs, amanhã é nosso dia lindo 31/10, 5 aninhos de casados e para fecharmos nossa série, gostaria de trazer mais sobre a troca e quais ferramentas utilizamos para nos auxiliar na coisa linda que é o casamento.

Relacionamento é uma via de mão dupla, tem que fluir, tem que ir e vir. E como já conversamos, não é necessário ser iguais, ter os mesmos gostos, mas sim, estar disposto. Disposição é outro atributo muito importante para um relacionamento, e aqui eu me refiro a qualquer tipo de relacionamento, seja ele de casal, amigos ou família.

Mas para haver a troca, temos que saber do que o outro gosta, precisa, quer e para isso é importantíssimo o diálogo. Esse cara que é a base de todos os entendimentos, da compreensão, da empatia, da troca.

Porque o que é bom, aceitável, legal para mim, pode não ser para o outro, e ter clareza disso é o primeiro passo. De acordo com o livro As 5 linguagens do amor, cada pessoa tem uma forma de amar, e muitas vezes o que eu expresso como amor é a minha linguagem de amor, mas não vai ser necessariamente a linguagem de amor do outro.

Por exemplo: para uma pessoa que amar é expressado em Palavras de afirmação (o amor tem que ser falado), se ela se relaciona com uma pessoa que a linguagem de amor dela é Formas de Servir (o amor é gesto), uma pode encher a outra de amor e ninguém se sentir preenchido com esse amor, porque enquanto uma quer ouvir eu te amo a outra está fazendo aquele jantar romântico, mas não diz nada, porque acha que não precisa.

Se essas pessoas conversarem mais sobre quais são as coisas que as fazem se sentir amada, tudo pode tomar uma proporção muito diferente e melhor, porque ninguém vai adivinhar o que vai dentro de nós, não é mesmo?! rs

No livro, Comunicação não violenta é abordada a ideia de que a irritação e a briga vem sempre de uma demanda não atendida. Uma coisa muito comum é a pessoa não falar o que ela não gosta e ir guardando, até não caber mais aquela raiva e em um momento explodir.

Neste livro ele propõe 4 passos de desenvolvimento na comunicação nas relações:
1° Observação: Observar a cena que te irrita, mas sem julgamentos, olhar como se fosse de fora;
2° Sentimento: Como nos sentimos ao observar essa ação;
3° Necessidade: Qual a sua necessidade diante dessa ação;
4° Pedido: Fazer o pedido bem específico identificando a sua necessidade.

Quando você observa a cena, avalia como isso se da dentro de você, pensa em qual necessidade sua precisa ser atendida nessa atitude, você tem todos os argumentos para explicar ao outro com clareza, o porque precisa que determinada coisa seja feita dessa ou daquela forma. Vocês trocam e entram em um acordo.

Claro, essa conversa não pode ser na hora que você está sendo desagradada/o, precisa ter um momento, totalmente fora desse contexto para vocês trocarem mais sobre o outro. Afinal, estamos mudando o tempo todo e é importante você saber quem você vai se tornando e quem as pessoas que dividem a vida com a gente também.

Alguém, em algum lugar, inventou que as conversas entre os casais são DRs, são conversas chatas, sem sentido e cansativas. O que somente serviu para afastar os casais e aumentar as brigas e discussões porque ninguém fala sobre o que sente.

Eu e o Jean temos um date toda semana rs geralmente de sextas-feiras, onde preparamos nosso jantar ou compramos, abrimos nosso vinho ou nosso suquinho, sentamos e conversamos. Conversamos sobre como foi nossa semana, o que teve de mais legal e o que foi mais chato e cansativo. Falamos sobre aprendizados do passado e planos para o futuro. Falamos sobre coisas novas que estamos gostando, uma música, um estilo de filme, um jogo legal. 

Aprendemos mais um sobre o outro, nesse momento, dizemos o que nos agrada e o que não agrada ou o que fazia sentido e agora não faz mais.

Veja, qualquer pessoa pode fazer isso, não custa nada, pode ser só o tempo da refeição ou no momento que as crianças vão dormir, 15 minutinhos dedicados a só olhar o outro, ouvir e trocar. Sem interferências, sem celular, focado e presente. Isso faz toda a diferença.  

Adapte a sua rotina, ao jeitinho de vocês como casal. Quando minha irmã está em casa, ela sempre participa com a gente. Diz como foi a semana dela, o que tem de bom e novo no mundo teen rs, a gente se diverte e aprende um bocado.

Nem sempre é fácil saber o que vai dentro de nós para poder explicar ao outro, mais difícil ainda pode ser entender o outro e aqui caímos novamente naquele nosso amigo autoconhecimento. A troca, a conversa, o conhecimento sobre quem está ao seu lado, pode ser muito enriquecedor para seus relacionamentos. 



"Conversa com aqueles que possam fazer-te melhor do que és."
Sêneca
outubro 30, 2020 No comentários

Que importância há nisso? 

Freepik


Assim que eu comecei a trabalhar, já ajudava em casa com as contas, e desde então, pagar contas se tornou comum. Mesmo com a clareza de que nunca foi fácil para meus pais manter a casa e todas as coisas que isso implica, nunca estamos realmente preparados para a vida das nossas próprias contas, onde somente nós temos que arcar com todas elas rs

Nos contos de fadas, após o casamento, acabam em Felizes para sempre, ninguém diz que o Príncipe pode ficar desempregado e tiveram que adiar a viagem para o reino encantado vizinho, que a princesa pode ficar doente e o dinheiro que estava guardado para comprar um novo sapatinho de cristal, teve que ser entregue para a farmácia.

Ahhh frustração...

A vida a dois pode ser muito romantizada na questão que somente ter amor faz todo o resto acontecer. O amor é sim o ingrediente principal, sem dúvidas, mas junto com ele tem vários outros atributos muito importantes, e resiliência financeira é uma delas. 

Esquecem de nos contar que o financiamento pode nos tirar o sono e a paz muitas vezes, de que se você esquecer de pagar a luz, alguém pode vir cortá-la, de que se comprar todas as comidas gostosas, não vai sobrar dinheiro para passar o mês.

E é ai que entram os atributos que acompanham o amor, porque quando está tudo bem financeiramente é uma maravilha, uma festa, todos da casa estão abastecidos de segurança, paz, tranquilidade, comidas gostosas e gastos extras.

Mas, a vida é uma caixinha de surpresas rs, e de repente você pode se ver sem emprego, por exemplo... já tiveram essa experiência? É como se o chão faltasse em nossos pés, você é invadido pelo medo, insegurança, pensamentos contínuos de perdas e preocupações infinitas.

Como é que o amor vai estar bem nesse momento? Caso você seja uma pessoa que se conheça bem, pode avaliar sintomas de desânimo, irritação, tristeza e entender que fazem parte da sua perda recente, porém, se você não se conhece, pode descontar toda essa frustração em pessoas, bebidas, jogos, comidas, compras... e aí o seu parceiro/a que também está mergulhado nesses sentimentos pode conflitar.

O que há de se fazer nesses momentos? Ter clareza de que a vida financeira pode ter altos e baixos é o primeiro passo, e ter um plano para quando isso acontecer é excelente. Porque seu padrão de vida pode mudar bruscamente de uma hora para outra, sendo para mais ou para menos.

Eu e o Jean, em tão pouco tempo de casados, já passamos por alguns desses momentos que nas palavras de Chicó são: Fica rico, fica pobre, fica rico, fica pobre rsrs 

Em momentos em que a situação financeira fica estável, é importante poupar para o momento que pode vir, também é bom para se abastecer de algumas coisas gostosas da vida, como comprar algo (planejado) que queríamos muito, trocar utensílios da casa que estavam quebrando.

E nos momentos em que acontece algo brusco que faz o dinheiro sumir rs ativamos o 'Modo economia', e ai vai depender do grau que precisamos ativar rsrs cortamos todos os gastos extras, diminuímos a compra de coisas gostosas, cortamos os passeios e pensamos nas melhores formas de economizar. 

Claro, isso se torna um jogo muito divertido, pensamos em um plano de economia e tentamos bater aquele plano com outro ainda mais econômico. Em uma época dessas, o Jean conseguiu encontrar marmitas top no loop por R$2,00, como diz Nathalia Arcuri: Aii que festa da marmita. 

Uma coisa que temos com clareza é de nos abastecer com os pequenos prazeres, para que as dores desses momentos difíceis sejam minimizadas, O Autoconhecimento é super importante nesse momento para saber o que cortar e o que manter, para não perder as forças dessa batalha e desanimar. Por exemplo, quando não podemos comprar pizza, aprendemos a fazer em casa com os ingredientes mais baratos, então, a sexta de pizza consegue se manter. Quando não podemos ir ao cinema, procuramos uma maratona boa pra fazer juntinhos com nossa pipoca preferida de micro-ondas rs.

A parceria é o carro chefe nessas fases, porque em um casamento, ninguém passa por isso sozinho, então, dar a mão, ir juntos, planejar e replanejar, são excelentes ferramentas para seguir. Porque essas fases passam, e quando passar, vocês vão poder comemorar os aprendizados e estar cada vez mais unidos.

“Mais importante do que quanto você ganha, é como você gasta” 

(Conrado Navarro)

outubro 23, 2020 No comentários

 Só se for a dois


Essa frase do Cazuza pode soar estranho para a nossa cultura, que prega muitas vezes que relacionamentos e casamentos são sinônimos de prisão, de privação, de confinamento. 

Tem sempre aquela piada que a pessoa vai perder a vida se ela se casar. Eu particularmente não gosto muito desse pensamento. Pode ser que ele fazia sentido antigamente onde éramos obrigados a casar por meios arranjados e contratos, onde as mulheres eram propriedades dos homens. Mas será que faz sentido ainda hoje? 

Te pergunto porque muitas vezes repetimos discursos sem pensar no que ele significa ou o que ele pode normalizar.

Há pessoas que ao encontrar alguém se modificam para "caber" dentro desse relacionamento, ela deixa primeiro os amigos, deixa de fazer as coisas que gosta, deixa de sonhar os sonhos dela e quando ela/e se percebe (geralmente quando o relacionamento termina), ela/e não sabe mais quem é.

Consegue perceber a violência contra si mesmo que isto é?

Claro, ninguém faz isso de forma clara e consciente, a pessoa está apaixonada, dominada pela química, que segundo a ciência, tem o prazo de 1 ano e meio a 2 anos, onde você dificilmente vai enxergar o que está fazendo ou ouvir alguém que te diga que você está se perdendo de si mesmo.

Após esse prazo, você começa a perceber que talvez não seja mais a pessoa que gostava de ser, mas tem muitos outros pensamentos que podem te limitar, "mas já estamos juntos a tanto tempo", "mas ele vai mudar e eu vou pode ser quem eu era", "mas é só uma fase".

O que eu quero dizer, é que o amor te liberta a ser quem você é, fazer as coisas que você gosta, vai com você em suas aventuras, ele soma. Nem sempre você e o outro vão gostar de fazer as mesmas coisas, muitas vezes o outro vai gostar de atividades que não tem a mesma graça pra você, e é nessa hora que você vai fazer as suas.

Tenho amigas que os maridos gostam de jogar bola, na hora do jogo deles, elas aproveitam para fazer as coisas que são divertidas só para elas, como andar no shopping vendo vitrines por exemplo.

Eu gosto de um estilo de filme que sei que o Jean assiste, mas não é o preferido dele, então, aproveitamos um momento do 'si mesmo' rs para cada um fazer uma coisa que gosta e o outro não gosta tanto. Vou assistir meus filmes e ele jogar um jogo que não é nosso ou ler alguma coisa.  

Algumas vezes por ano eu tenho encontros com as minhas amigas em uma tarde só nossa, e ele tem encontro com os amigos do RPG, em uma tarde só deles.

E ai você vai me dizer que nós não contamos rs tenho alguns casais de amigos que fazem isso, coisa mais linda é ver meu amigo indo levar a esposa dele para o encontro com as amigas na sexta a noite.

A liberdade de ter um bom relacionamento e ter sua vida que não é individualizada, mas é própria, onde cabe o outro e cabe a si mesma, sabe?

 E é por isso que acho que essa ideia de casamento/relacionamento são prisões deve acabar, os relacionamentos deveriam nos levar mais longe ainda, de mãos dadas com a pessoa que escolhemos pra viver as aventuras da vida com a gente. É ter apoio em nossos planos, é ter alguém torcendo por você na arquibancada dessa vida. É partilhar.

Bora viver a liberdade à dois?!


“A única coisa que existe em comum entre todos os seus relacionamentos é você”

(Mark Manson)  

outubro 16, 2020 No comentários

 Será?


Quantas vezes em casamentos de filmes  e novelas ouvimos essa frase "Até que a morte os separe", porque nos dizem que casamento deve durar para sempre (nessa encarnação rs).

Mas hoje vamos falar de um assunto que muitas pessoas preferem não comentar: Relacionamentos acabam :o 

Eu sei... Esse mês eu disse que falaríamos de amor, mas você vai ver que tem tudo a ver com amor. Algumas pessoas, depois de ouvir essa frase, podem ter batido na madeira 3 vezes rs, pensado: - Vira essa boca pra lá! E outras coisinhas rs. Mas não conversar sobre isso não impede que relacionamentos acabem, só faz com que, quando isso acontece, estejamos totalmente despreparadas e quem deveria nos ajudar também. 

Em uma cultura que essa é a única possibilidade, quando não ocorre como o padrão nos exige, ninguém sabe como agir, o que sentir, e muitas vezes o casal que já está sofrendo todo o processo da separação, ainda tem que lidar com a falta de empatia de uma sociedade que ignora fatos.

De acordo com uma pesquisa do IBGE de 2017, 1 a cada 3 casamentos terminam em divórcio, isso sem contar os nossos namoros e amores pela vida... Já segundo o jornal O Liberal, falando somente aqui da nossa região após a Pandemia: em Americana, o número de divórcios saltou de cinco, em maio, para 16, em junho. Em Santa Bárbara, a alta foi de um para oito.

Não, eu não quero desanimar ninguém a se relacionar, quero chamar atenção para a preciosidade de cada momento ao lado da pessoa que está ao nosso lado hoje. Quero dizer que está tudo bem se seu relacionamento acabar, se vocês mudarem, se os rumos forem outros com os anos que passam.

Porque existe um status inútil que nos colocaram que somente é feliz quem está dentro de um relacionamento, algumas das pessoas mais felizes que conheço são solteiras ;). Podemos ser felizes em um relacionamento, mas o que vejo é muita gente infeliz, estando dentro de uma relação por obrigação, falando mal do companheiro/a, diminuindo o outro, achando sempre que o parceiro do outro é mais legal ou sendo essa pessoa diminuída e desvalorizada :s 

Quando eu e o Jean decidimos casar, pensamos em todos os detalhes lindos de nosso casamento e de nosso Apêzinho, e junto desse pensamento de amor, pensamos em cada detalhe se um dia nos separarmos.

Você pode estar achando estranho, mas o fato de ter clareza de que o pra sempre pode não chegar pra gente, faz com que desfrutemos de cada momento juntos como se fosse (e é) únicos.

Nessa conversa, decidimos que não ficaríamos juntos até que a morte nos separasse, decidimos que ficaríamos juntos enquanto fôssemos felizes, enquanto essa relação fizer sentido, enquanto existir parceria, amizade, cumplicidade e amor.

Somos livres para ir embora quando quisermos e quanto mais livre somos, mais juntos ficamos, mais carinhosos, mais amorosos, mais felizes! Que coisa louca né! Uma brincadeira que gostamos de fazer é dizer que vamos nos amar nessa vida e na outra, com o intuito de, em outras vidas, sermos livres para escolher os amores que vamos viver.

Sabe aquela história de ter opção e escolher sempre a mesma pessoa todos os dias, porque faz muito sentido em sua vida? É isso, como eu sempre digo: O amor é livre S2

Ahh, em nossa troca de alianças recitamos esse soneto:


SONETO DE FIDELIDADE

De tudo, ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.


Quero vivê-lo em cada vão momento

E em louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento.


E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.

 

"Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure."

(Vinicius de Moraes)

outubro 09, 2020 No comentários

 Eu acho que nem tão opostos assim ;)


Outubro chegou e pra mim é um mês lindo! Foi o mês que eu e meu maridinho escolhemos para nos casar e esse ano faremos 5 aninhos!!

Pensando nisso, esse mês nós vamos falar de amor e relacionamentos... Tá sentindo o climinha romântico? 

Muitas vezes chamados (de forma muito fofa) de Eduardo e Mônica, eu e o Jean somos muito diferentes em diversos aspectos.

Eu gosto de falar, cantar e me expressar claramente por ai, gosto de espalhar sentimentos ao vento. Ele, reservado, gosta de ouvir, é discreto e não gasta sentimentos a toa rsrs.

Gosto de dias de sol, Toddy, estudar religião, Ketchup, doce e filmes com base em fatos reais. Ele gosta de dias frios, Nescau, estudar ciência, mostarda, salgado e filmes de ficção.

Quem nos olha falando assim imagina a dificuldade que deveria ser esse relacionamento. Porém, isso tudo faz de nós dois, (como outras pessoas nos chamam carinhosamente) Yin e Yang, numa transição que completa cada mundo.

Sem os gostos dele, eu nunca enxergaria as vantagens de um bom dia frio pra tomar um chocolate quente, não conheceria filmes com personagens fofos e intrigantes, não veria a beleza da ciência e além disso, fazemos nossos assuntos andar juntinhos, aproveitando o melhor dos dois mundos.

Um exemplo de como fazemos isso funcionar é quando vamos comer miojo, eu gosto de sopinha e ele de macarrão, então, colocamos os dois pra cozinhar, o dele fica pronto, ele tira, o meu fica lá mais um tempo chegando no meu ponto, enquanto ele termina o preparo do tempero dele, o meu fica pronto e então comemos juntos. Cada um comendo do seu gosto e feliz! 

Mas, será que mesmo que encontremos alguém muito diferente sempre vai dar certo? 

Em uma análise de nós mesmos rs (sim, nós nos analisamos), descobrimos um dos pontos que faz com que tudo dê tão certo. Nós temos os mesmos princípios, os mesmos valores, lutamos pelas mesmas causas, erguemos as mesmas bandeiras.

Isso quer dizer que, os opostos podem mesmo se atraírem, mas opostos de gostos, de escolhas, de consistências. Não da pra ter ideologias totalmente diferente de alguém, que não para pra pensar, que não cede, que não reflete; e seguir em harmonia...  

Então, um ponto importante sobre relacionamentos é o autoconhecimento, você sabe quais são os seus valores éticos e morais? Quais as coisas que são de extrema importância em sua vida, que você não poderia viver sem (gatos, por exemplo rsrs). Quais são as causas de suas lutas? 

Sabendo disso, fica muito mais fácil de alinhar com o outro/a e saber quais pontos vocês podem trabalhar e evoluir juntos, porque podemos ser opostos em muitos gostos, mas na vida temos que ser parceiros ;) 

"E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente uma vontade de se ver... E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz"

(Legião Urbana)


outubro 02, 2020 No comentários
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Adoro conhecer, conversar e ler, observar também através dos olhos das outras pessoas e conhecer outros mundos!
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Técnica em Informática, artesã, enófila e estudante de violino
Gosto muitoo de comer e de filosofar sobre a vida, se puder filosofar comendo, melhor ainda rsrs ;)

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